RUMO DA PROSA
16 de maio de 2012

PARTIDO VERDE FARÁ ENCONTRO REGIONAL EM LONDRINA

    ENCONTRO REGIONAL  DO PARTIDO VERDE NORTE DO PARANA 19 de maio de 2012 -  Camara Municipal de Londrina                                Convido você para o ENCONTRO REGIONAL DO PARTIDO VERDE NORTE PARANÁ, teremos a presença da Presidente Estadual do Partido Verde, Deputada Rosane Ferreira, dos Deputados Estaduais Rasca Rodrigues e Roberto Aciolli, e de nossas lideranças do PV Norte do Paraná. Faremos uma celebração à Democracia, resgatando os verdadeiros valores da Politica. Vamos contar com a assistência da Arquiteta Margareth Pongelupe que apresentará a Palestra: “Desenvolvimento Sustentável e Participação Popular”, numa breve análise sobre a nossa região, e discutiremos as candidaturas do PV Norte do Paraná para as eleiçoes de outubro próximo. Venha participar! Um abraço verde. PARTIDO VERDE DE LONDRINA   PROGRAMA:    09:00h – Cadastramento/Café 10:00h – Abertura –Composição de Mesa / Hino Nacional 10:20h – Boas Vindas 10:25h – Arq. Margareth Pongelupe – Palestrante 10:55h – Saudaçoes dos deputados 11:25h – Rosane – Dep. Federal e Presidente Estadual PV) 11:40h – Perguntas 11:55h – Agradecimentos finais e Encerramento  

14 de maio de 2012

Quem tem medo do Financiamento Público de Campanhas?

A mera possibilidade de vir a ser discutido o “Financiamento Público de Campanhas”, tem gerado uma espécie de medo, na maioria das pessoas.  Não sem razão, pois, de fato, trata-se de “financiar” campanhas políticas com dinheiro público, e, nós sabemos muito bem que, dinheiro público vem dos impostos pagos pelos cidadãos.                                                               A primeira coisa que todos pensam, portanto, é que políticos vão receber dinheiro público para custear suas campanhas eleitorais. Há quem imagine, ainda, que os candidatos é que vão apresentar o “orçamento” de suas campanhas, e, com base nisso, receberão o dinheiro público necessário.                                                                                                                                              Na verdade, não é nada disso!                                                                                                                                                                                        Na verdade, o chamado “Financiamento Público de Campanhas” deverá se configurar, muito mais, numa expressiva LIMITAÇÃO AOS GASTOS EM CAMPANHAS, assim como às ações e formas de divulgação dos candidatos, durante os períodos eleitorais, do que “entrega” de dinheiro público nas mãos de candidatos, ou partidos políticos. Aliás, eu, particularmente, não acredito na possibilidade de haver “doação” oficial de dinheiro público para candidaturas (obs: por que doação oficial? Porque, de forma não oficial, muitas campanhas já são custeadas por verbas públicas, evidententemente desviadas por políticos e agentes públicos corruptos).                                                                                                    Contudo, caso, em algum momento, haja tal proposta, serei contra!  Serei contra por duas principais razões. Primeiro, porque, realmente, não acredito na possibilidade de haver justo critério para decidir quem leva quanto. Segundo, porque, com certeza, os políticos picaretas vão “inventar” um jeito de fazer um “caixa dois” com o dinheiro público, o que é inaceitável.                                                                                                                                                                                                                              Sou a favor do financiamento público para campanhas eleitorais, desde que isso signifique, realmente, uma limitação aos gastos, e, que isso venha acompanhado de critérios que favoreçam uma possibilidade efetiva de fiscalização, tanto pela Justiça Eleitoral, quanto pela sociedade.                                                                                                                                                                     Com isso, acredito que teremos duas grandes soluções!  Será um palpável avanço para o equilíbrio entre os candidatos, de forma que, aqueles candidatos que realmente representam suas bases (muitas vezes sem qualquer suporte), poderão disputar com aqueles, cujas campanhas, de tão caras, acabam sendo quase uma compra de votos.   Também representará uma real moralização do processo político, uma vez que deixará de acontecer, por exemplo, a famosa “boca de urna”, nos últimos dias das eleições, com a “contratação” de milhares de pessoas que, clandestinamente, tentam seduzir eleitores, pelas ruas, a votarem em seus candidatos, sujando as ruas com centenas de milhares de folhetos.             Sob meu ponto de vista, inclusive, sendo através de financiamento público, as campanhas eleitorais deveriam ser absolutamente “enxutas”. Por exemplo: o material gráfico poderia se restringir a um livro, que conteria todos os candidatos (por partido), suas fotos, currículos e propostas. O eleitor, com a apresentação de seu Título Eleitoral, retiraria tal livro no Cartório Eleitoral respectivo, e levaria para casa, para, com tranquilidade, conhecer e escolher seus candidatos.                                                                                                                                                                                                                                  Imagine essa possibilidade… De ficarmos livres dos “cabo-eleitorais” entregando “santinhos” pelas ruas!                                      Saliento, enfim, que a parte mais cara das campanhas eleitorais, que são os horários nobres em rádio e televisão, já são custeados pelo poder público (horário eleitoral gratuito).                                                                                                                                     Com uma efetiva limitação às formas de conduzir as campanhas eleitorais, o acréscimo seria compensador, pelo resultado que teríamos, especialmente em termos de moralização e equilíbrio no processo político democrático.                   Para a discussão ficar ainda melhor, poderíamos acrescentar algo que, ao meu ver, o Brasil precisa, urgentemente, experimentar: o voto facultativo.

8 de maio de 2012

PARABÉNS ONG MAE

Mais uma vitória da ONG MAE, na Justiça. Acabei de lei no site Odiário, que o Tribunal de Justiça do Paraná determinou a interrupção do contrato entre a CMTU e a empresa Ecosystem, pelo qual a mesma recebe R$43 mil mensais para compactar resíduos recicláveis.  Acontece que a Ecosystem deveria ter sido impedida de contratar com a empresa municipal, por ter dívidas trabalhistas à época em que tal contrato fora assinado, conforme determinava o próprio edital que estabeleceu o chamamento de empresas interessadas. Aqui faço uma pausa para reflexão: – quer dizer que a CMTU publicou um edital, no qual havia uma regra estabelecendo que, a empresa interessada no serviço NÃO PODERIA TER DÍVIDAS TRABALHISTAS, e, mesmo assim, contratou a Ecosystem QUE TINHA DÍVIDAS TRABALHISTAS ?????  Inacreditável! Lendo a notícia e, fazendo a reflexão acima, chego à conclusão que a Administração, na verdade, fez uma manobra para inviabilizar (por alguma razão, que desconheço) o trabalho das cooperativas de reciclagem, que passaram a sofrer muitas dificuldades para desenvolverem seus trabalhos, desde que Barbosa Neto assumiu a prefeitura. Daí, cabe, duplamente, parabenizar a coragem e determinação da ONG MAE, pois, lutam para que o trabalho de reciclagem seja desenvolvido pelas cooperativas, e, com isso, seja, também, desenvolvido uma expressiva e forte ação social, tendo em vista o envolvimento de inúmeras famílias de baixa renda (recicladores) num trabalho de ímpar importância para a qualidade de vida de todo o município. Confesso que, ao mesmo tempo que sinto um enorme prazer em parabenizar os valorosos cidadãos da ONG MAE, sinto uma grande decepção com a atuação do Prefeito Barbosa Neto. Não uma decepção meramente política, pois,  nesse quesito já são várias as decepções; mas, porque acredito que investir numa desestruturação do trabalho das cooperativas de reciclagem, que chegou a ser modelo para todo o país, não foi uma decisão inteligente! Eu poderia jurar (antes), que o prefeito seria um político mais inteligente. Enfim, é claro que a CMTU ainda pode recorrer às instâncias superiores, porém, essa decisão tem uma imensurável importância, na medida em que restabelece a possibilidade de afastar mais uma intervenção equivocada da atual administração, de um valioso processo de sustentabilidade para nossa querida Londrina.  

7 de maio de 2012

Onde há fumaça, há fogo!

Passou quase despercebido pela comunidade, tendo em vista que não ocupou nenhuma primeira página de jornal, nem foi anunciado por nenhum programa campeão de audiência. No entanto, saiu no site O Bonde, a notícia de que a Administração do prefeito Barbosa Neto já está sob investigação do Ministério Público Federal, em mais dois casos, onde o destino de verbas públicas não está devidamente claro. Trata-se dos projetos/obras relativas ao Teatro Municipal, e ao Restaurante Popular, cujas obras são (ou, serão) realizadas com verbas do Governo Federal.  Acontece que, parte das respectivas verbas já foi liberada e, no entanto, o resultado consequente não ocorreu. Ou seja, nem os projetos (básico e executivo) do Restaurante Popular foram apresentados; nem as obras do Teatro Municipal tiveram início. Daí o início dos processos investigatórios por parte do Ministério Público Federal, conforme noticiado. Não tenho dúvidas de que, caso se tornem casos de ação judicial contra a administração, o prefeito saia com sua tradicional bravata, de que serão intrigas de seus adversários políticos. Também não tenho dúvidas de que, para as pessoas que vêem defendendo o prefeito, sempre baseadas na afirmação de que “pelo menos ele fez alguma coisa”, os seus discursos acalorados serão suficientes. No entanto, quero acreditar que as pessoas, mesmo as mais simples e humildes, em algum momento, venham a se lembrar de um dos ditados populares mais verdadeiros que se tem conhecimento: “onde há fumaça, há fogo”.

2 de maio de 2012

Estranho Magnetismo

Paira sobre Londrina, já há alguns anos, uma espécie de “energia” ruim. Desde o episódio da cassação de Antonio Belinati, cujos processos ainda estão pendentes de decisão final, o povo e a cidade vêem experimentando muitos desgastes, todos oriundos do quadro político, ora do Poder Executivo, ora do legislativo. O Prefeito de uma cidade deve ser uma pessoa totalmente positiva, que atráia as cabeças pensantes e iluminadas a querer envelverem-se nos projetos de desenvolvimento da cidade, e de qualidade de vida para o povo. Na atual administração estamos observando algo que me chama muito a atenção, que é o número de envolvidos em escândalos e, agora, de prisões, sempre de personagens e autoridades ligadas ao PREFEITO MUNICIPAL. Isso me faz crêr que, vamos assistir algo semelhante ao caso conhecido como “mensalão”, onde caíram algumas das personalidades políticas mais importantes do país, mas, acabou prevalecendo a palavra do então Presidente da República, de que “nada sabia”! No entanto, o que neste momento de reflexão está me intrigando mais, é perceber o que aconteceu com a administração de Barbosa Neto, no que se refere à sua equipe. Percebo, – salvo algum caso que mereça destaque, e, que eu esteja me esquecendo, – que todas as pessoas de maior relevância, que, inclusive, emprestavam credibilidade ao govêrno, foram substituídas por outras que não têem o mesmo reconhecimento público ou profissional. A atual administração municipal, efetivamente, não está contando com líderes respeitáveis em seus quadros. Arrisco dizer que, a maioria dos Secretários Municipais são pessoas totalmente desconhecidas da população, mesmo que, em suas respectivas áreas, sejam adequadas. Acredito que isso aconteceu em razão da total falta de competência (ou de vontade) do Prefeito, em manter e motivar uma equipe composta por pessoas de alto nível. Isso pôde ser observado por todos os londrinenses, diante de inúmeras trocas de membros da administração. Claro que, pessoas sérias não querem fazer parte de uma administração, onde o que se começa, não se termina! Daí, diante de diversas intervenções e descontinuidades, o próprio prefeito acabou ficando sem tantas opções, e, o que veio em seguida, pode ser entendido como inevitável consequência.  Preenchendo a equipe com amigos e pessoas com passados e compromissos escusos, os casos de envolvimentos com desvios de verbas públicas e outras corrupções foi inevitável. Acredito que, salvo raras exceções, pessoas boas atraem pessoas boas. Porém, não é isso que vem acontecendo na atual administração de Londrina. Que estranho magnetismo é esse?

1 de maio de 2012

Turma do Barbosa Neto

Acordei bem cedo neste 1 de maio, para fazer algumas tarefas caseiras, e fui surpreendido pela notícia da prisão de mais três pessoas da turma do prefeito Barbosa Neto. Foi decretada a prisão temporária (5 dias) do Vereador Eloir Valença (PHS), de Rogerio Lopes Ortega (o Rogerinho), CHEFE DE GABINETE DO PREFEITO BARBOSA NETO, e de Alysson Tobias de Carvalho (o Pinguim), Diretor de Participações da Sercomtel. São desdobramentos da tentativa de suborno ao Vereador Amauri Cardoso, flagrada pelo GAECO na semana passada. É uma pena que o quadro político dominante em Londrina, anda esteja rendendo tantos desgastes para nossa cidade e população, constando dos noticiários policias.  É uma pena que a atual administração esteja tão envolvida com tantos escândalos de corrupção. Por fim, lamento o sofrimento que essas pessoas estão causando para suas famílias, e para as pessoas de bem de nossa cidade.

30 de abril de 2012

Código Florestal

Está correndo por todos os meios da internet, uma grande campanha de apoio a Presidente da República, Dilma Rousseff, para que a mesma vete o Código Florestal, na forma como foi aprovado pela Camara e pelo Senado (leia-se, pelo lobbie da bancada ruralista daquelas casas).  Trata-se de uma campanha onde os participantes são, quase que exclusivamente, pessoas ligadas ou simpatizantes às causas ambientais. Isso ocorre, muito mais por falta de informação sobre o problema, do que pela falta de interesse popular pelo problema. Como a maioria das pessoas não acompanha assuntos como esse, tem ficado fácil para alguns ruralistas, especialmente os atingidos pelas normas que foram alteradas no CF, fazerem um tipo de campanha absolutamente medíocre, colocando os agricultores como os “alimentadores” da sociedade, e os “ecologistas” como inimigos.  A falta de debate público sobre essa questão, favorece esse tipo de discurso mentiroso. Os ambientalistas não são contra os agricultores. O que acontece é que, o Código Florestal previa algumas regras que não foram respeitadas por alguns ruralistas; e, esses ruralistas, por não terem respeitado tais regras, foram autuados com pesadas multas, pois, não fizeram o que lhes cabia (por lei) para diminuir o impacto ambiental causado pela forma como usufruiram de suas propriedades rurais (exemplo: resguardar a mata ciliar nos rios em suas áreas). Para safarem-se dessas multas, operacionalizaram um grande lobbie no Congresso Nacional, para alterar os artigos do CF, de forma que fossem  anistiados dessas multas, e, pior, para que a metragem de mata ciliar diminuísse, protegendo menos o leito dos rios em suas áreas rurais. Assim ficam com mais área para ganharem dinheiro, e menos preocupação com o futuro das águas do país, da qual dependerá a qualidade de vida de nossos filhos e netos. Hoje temos tecnologias de plantio, que geram mais produtividade em menos espaço. Essas técnicas, é claro, foram desenvolvidas pelos países, pelo mundo afora, que têem muito menos área agricultável que o Brasil. Mesmo no Brasil, temos muitas alternativas interessantes para aumentar a produção, com sustentabilidade. No entanto, uma parcela da comunidade agricultora (uma parcela dominante) do país, parece não querer investir nessas novas alternativas e tecnologias. É como se dissessem: deixem o futuro pra lá… não é problema nosso! Pelo bem do futuro do Brasil e do mundo: VETA DILMA!

30 de abril de 2012

CP DA CENTRÔNIC

Depois de a nossa Câmara Municipal ter avalizado a conduta do prefeito e seus asseclas, nas CP’s votadas anteriormente (CP’s da Saúde e da guarda municipal), e, vergonhosamente descartadas, mostrando que a atual legislatura talvez seja a mais “vira-latas” de toda nossa história, – a CP da Centrônic passou a ser a única “coisa” que os vereadores, especialmente os que tentam fazer alguma oposição, têem nas mãos para demonstrar o quanto a atual administração vem “sangrando” a cidade. Nas votações das CP’s anteriores, eu disse, aqui no RUMO DA PROSA, que não acreditava que elas fossem aprovadas. NÃO FORAM.  Mas, POR QUE não foram aprovadas aquelas CP’s, se elas eram muito mais contundentes e graves do que a mera CP da Centrônic? A resposta veio agora, com a denúncia de tentativa de suborno ao vereador Amauri Cardoso. Somente os “cegos que não querem ver” (como diz o velho ditado), é que não vão acreditar nessa resposta, que, para mim está gritantemente clara! Minha pergunta, agora, é apenas essa: – QUANTO RECEBERAM OS VEREADORES QUE VOTARAM, OU QUE SE AUSENTARAM, PARA QUE AS CP’S DA SAÚDE E DA GUARDA MUNICIPAL NÃO FOSSEM APROVADAS?

26 de abril de 2012

Administração suja

Não há como qualificar diferentemente a atual administração municipal, por mais que, nela, existam algumas boas pessoas, bem intencionadas, e, talvez, desenvolvendo algum bom trabalho. A administração atual, tendo à sua frente o Prefeito Barbosa Neto, desde o início caracterizou-se pela descontinuidade, pelas bravatas, pelas denúnicias de corrupção, e pelo total desrespeito à opinião da comunidade. Nada maior, registre-se, que as denúncias de desvio de verbas públicas (especialmente da saúde), que as irregularidades em licitações, suspeitas de favorecimentos, etc.  Trata-se de uma administração, na qual as prioridades passam longe das necessidades da parcela mais necessitada da população. Agora, – com o envolvimento e prisão (em flagrante) de ex-secretário municipal e empresário ligados, pessoalmente e politicamente, ao Prefeito, relacionada à tentativa de suborno do Vereador Amauri Cardoso, para que o mesmo votasse contra a abertura da CP da Centronic (contra o prefeito), – fica uma indagação: será que alguém ainda acreditará que o prefeito nada tem com isso? Que ele nada sabia? Eu mesmo respondo: Sim. Existem duas categorias de pessoas, que ainda acreditarão nessas absurdas hipóteses. Aquelas que têem interesse na continuidade dessa sujeira toda, por que pretendem ganhar alguma coisa com isso, e, aquelas que, de tão inocentes, acreditem que, orações pela manhã e alguns jejuns tornem uma pessoa digna de credibilidade.

26 de abril de 2012

Destaco o texto abaixo, de autoria da Arquiteta Margareth Pongelupe.

PRIMAVERA PÉ VERMELHO. A sociedade não aceita mais a falta de liberdade, de democracia, de igualdade. Pessoas no mundo todo se revoltam contra as tiranias, as mordaças e as injustiças. Os governantes tem que respeitar seu povo. O Brasil evoluiu muito com a nossa Constituição Democrática de 1988. As leis posteriores, como o Estatuto das Cidades, seguiram o mesmo caminho, deram voz ao povo, deram participação. Não podemos retroceder com políticos que não respeitam as leis, não respeitam o exercício de cidadania, as liberdades individuais e da imprensa. Nas eleições deste ano, vamos eleger apenas os candidatos que se comprometerem com o respeito à participação da sociedade, com a democracia. Não podemos votar em quem não respeita os Conselhos Municipais, as ONGs, as Associações de Bairro, as Entidades de Ensino e de Classe, os pareceres técnicos e principalmente a justiça. Convoco todos os londrinenses a defender nossa cidade, nossos direitos, nossa voz. A luta pela cidadania não tem partido político, nem ideologia, nem religião. Londrina tem uma historia de gente guerreira, corajosa. Vamos mostrar aos políticos que não adianta terem belos discursos, são suas atitudes que provam seus princípios. Voto só para quem defende nossas bandeiras: Democracia, participação, liberdade e justiça. Margareth Pongelupe Londrinense, sem partido político.

26 de abril de 2012

Conselhos Municipais engessados

Uma vergonha o que está acontecendo em Londrina com alguns conselhos municipais. O prefeito Barbosa Neto resolveu mandar sua tropa “de choque” e/ou “de ocupação”, para tomar o controle de alguns dos principais conselhos da cidade. Como todos sabem, os conselhos municipais são um dos principais instrumentos de participação popular nas decisões em casos de políticas públicas do Brasil. Alguns dos principais conselhos, em Londrina, conseguiram tirar o “comando” do poder público, para dar mais legitimidade e representatividade para a entidade, exatamente para não deixar acontecer o que aconteceu com o Conselho Municipal de Saúde, que aprovou a gestão fraudulenta de muitas verbas públicas, através de ong’s apadrinhadas pela esposa do alcáide. No entanto, sob o comando do prefeito, alguns secretários municipais (ou outros cargos nomeados) foram apresentados como “representantes” do Poder Público Municipal em alguns Conselhos, onde “articularam” a votação das novas diretorias, para que vencessem seus escolhidos. Assim já aconteceu no Conselho Municipal da Cidade, assim como no Conselho Municipal de Meio Ambiente. Faço parte do Conselho do Meio Ambiente, representando a Associação dos Advogados de Londrina, e, tive uma grande decepção ao acompanhar, sob protesto, um processo de regressão, pelo qual o Secretário Municipal de Meio Ambiente, comandado pelo prefeito municipal, se tornou, também, Presidente do Consemma, onde alguns dos representantes, pelo Poder Público, são seus companheiros, também Secretários Municipais. Para aqueles que, eventualmente, duvidem que isso é parte de um processo de ocupação, quero lembrar que algumas das principais decisões da atualidade, passam (ou passarão) pelos Conselhos de Meio Ambiente e da Cidade, como por exemplo: o caso da abertura de rua no Bosque Central e o caso da Lei da Muralha, que são questões que envolvem muitos interesses, políticos e financeiros.

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